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Para os
espanhóis não bastava subjugar aos indígenas; era necessário “salvar” suas
almas. A igreja católica participou desde o inicio na conquista do México.
Com o estabelecimento de conventos, as freiras começaram a desempenhar um
papel crucial no desenvolvimento da cozinha do país, usando a sua imaginação
para transportar os ingredientes que se encontravam no mercado em pratos
complexos e exóticos, como os moles e muitos doces e sobremesas, que em
breve se serviam nas casas das abastadas e aristocráticas famílias crioulas
e espanholas.
O
México foi dominado pela aristocracia espanhola durante aproximadamente
trezentos anos. Em 16 de setembro se celebra o aniversario do dia em que o
México proclamou a sua independência da Espanha em 1810. o feriado e
entusiasticamente festejado em todo o país da mesma forma com que os
brasileiros festejam o carnaval. Porem os destaques são para as festas
cheias de comida e Tequila. Há bancas de comidas e vendedores ambulantes por
todas as ruas e os restaurantes se enchem de apreciadores dos tradicionais
“antojitos mexicanos” como
tacos,
pozoles, birrias, enchiladas e o prato
estrela
“Chiles em Nogada” (tipo de pimentão recheado de carne moída de
porco e especiarias, recoberto de um molho a base de nozes da época,
sementes de româ e salsinha).
A
cozinha mexicana forjada e evoluída à raiz da conquista, representa o
casamento das sementes, frutos, frutas e legumes que os espanhóis
desconheciam e encontraram em sua chegada
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